segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Aju Hostel - Onde o aconchego e o calor humano se encontram


Pátio interno do Hostel.
Quem segue o Juntando Mochilas nas redes sociais já está a par da nossa ida recente a Sergipe. Eu viajei para Aracaju na última semana e tive a oportunidade de conhecer lugares paradisíacos, como as praias do Saco e de Mangue Seco, o Parque dos Falcões, a cidade histórica de São Cristóvão e por aí vai. Aracaju é linda e a gente está preparando um material bem bacana para postar aqui a vocês. Mas hoje o assunto é o hostel em que eu tive o prazer de me hospedar em AJU (código do aeroporto de Aracaju e apelido carinhoso da capital).
O AJU Hostel fica na rua François Hoald, na praia de Atalaia, a uma caminhada curta do calçadão da orla. Se você descer a rua no sentido praia, vai estar na Passarela do Caranguejo, um aglomerado de bares e restaurantes que servem o crustáceo nos seus mais diferentes preparos. É lá na Passarela do Caranguejo que fica o bar Cariri, que é o point do forró de Aracaju. Se você pegar a rua do lado do hostel e andar 3 quadras, estará no terminal de ônibus da Zona Sul, que te levará a qualquer lugar a um precinho camarada de R$ 3,10. Melhor, impossível!
Ao entrar no AJU, a primeira coisa que me chamou a atenção foi a decoração toda charmosa, cheia de elementos bem nordestinos. Muita cor, xilogravuras, objetos em palha, cipó e cerâmica. Tem até um lounge com uma pegada de festa junina, com fogueirinha de São João e tudo! Muito fofo! E você pode até pensar que tantas referências podem deixar o lugar kitsch, mas eu garanto que você está enganado. O bom gosto impera.
Vista interna do quarto.
Você pode escolher entre ficar em suítes para casal ou família, que ficam em uma área privativa do prédio, ou se jogar em um dos dormitórios coletivos. Lá tem os exclusivos femininos, os exclusivos masculinos e os mistos. Eu fiquei em um feminino, o quarto Laranjeiras. É isso aí! Cada quarto tem um tema, baseado em algum aspecto sergipano.

Sala de estar.

Apesar de comportar 6 pessoas, o meu quarto estava constantemente limpo. Eu cheguei a ir perguntar na recepção quantas vezes ele era arrumado por dia. Sério! Hahahah! Além disso, cada cama possui tomada e luz de leitura, e as escadas que dão acesso aos beliches têm degraus larguinhos, que não doem nos pés, e são meio inclinadas, facilitando a subida e, principalmente, a descida. Todos os quartos possuem banheiro com chuveiro quente (Deus existe!). E o detalhe mais legal: os chaveiros são tomadas, que destravam o ar condicionado, ou seja, o ar condicionado só funciona se tiver gente nos quartos. O meio ambiente agradece.
Chaveiro tomada para ninguém esquecer o ar condicionado ligado

O café da manhã, servido das 07h às 09h, tem sempre pães, dois bolos maravilhosos, queijo, presunto, manteiga, geleia, dois tipos de frutas, dois sabores de suco, café, leite, cuscuz, calabresa. Você ainda pode pedir ovos e tapioca na cozinha. As funcionárias do hostel são um amor e fazem de acordo com a sua preferência. Eu confesso que me senti mimada como havia muito não me sentia.
Programação da semana.

Além de tudo isso, o AJU disponibiliza violão, wi-fi, computador acesso a internet, aluguel de bicicletas, passeios para as principais atrações e até entrada free para o Oceanário da cidade, onde você pode alimentar tubarões e conhecer as ações do Projeto Tamar.
Agora a gente vai falar do que faz o AJU Hostel ser o AJU Hostel: Gente. De nada adiantaria a decoração, o café da manhã, o chaveiro de tomadinha, se a vibe do lugar fosse pesada. Aí é que tá o diferencial do AJU! Os funcionários são prestativos e indicam as melhores formas de se chegar aos lugares, dão dicas imperdíveis. Pode confiar. Até a Carolina, filhinha do Rogério (dono do AJU), fez questão de me indicar seus dois lugares preferidos: O ‘mundo maLavilhoso da cLiança’ e o restauLante GiLaffas, que tem batata sorriso. Achei muuuuuito fofo!
Fazer amigos é super fácil aqui.

A impressão que dá é que coisa boa atrai mais coisa boa; que gente feliz é magnética entre si. Só isso explica! Eu conheci gente que eu quero ter do lado para a vida toda no AJU Hostel. Mal entrei lá e eu já saí pra comer tapioca com uma carioca maluca do meu quarto e um cara tímido do interior de São Paulo, com quem eu fui para São Cristóvão no dia seguinte. No terceiro dia, no café, conheci um cara que mora em Barretos e que veio visitar umas amigas sergipanas. Juntei os dois grupos e mais um paulista que largou namorada e emprego e veio conhecer o nordeste e fomos para a praia. À noite, emendamos para o forró do Cariri.
E assim, em apenas 3 dias, eu tinha uma turma enorme que parecia se conhecer desde sempre e já marca o próximo reencontro em Aracaju. Imagina! Bom demais! Em outro hostel, em outras circunstâncias, isso dificilmente aconteceria. O lugar precisa ser especial para a energia fluir, e no AJU Hostel, vai por mim, a boa energia flui.
Se eu fosse você, não perderia a chance de reservar agora seu quarto no AJU Hostel e ir conhecer Aracaju. Se você está no Nordeste, dá pra ir de ônibus numa boa. Acesse o ClickBus e compre já suas passagens! É rápido, prático e seguro!

Vista interna do hostel

P.S.: Carol, o Juntando Mochilas concorda que qualquer restauLante que tenha batata sorriso é, sim, muito maLavilhoso!!!!

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Nívia Gouveia
é jornalista, travel-writer e professora de língua portuguesa. Mochileira convicta, leitora incurável, sonhadora juramentada, ela pertence a uma linda labrador chocolate chamada Shakira.
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1 comentários:

  1. Que hospedagem alto astral! Não conheço AJU ainda, mas quando for visitar... já sei aonde vou ficar!
    Um abração!
    Lena

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Um casal de viajantes que resolveu juntar as mochilas e compartilhar suas aventuras de estrada.
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